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I.
Plano de Aula: Data: 28/09/2017
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II. Dados de Identificação:
Escola: Escola Estadual Elpidio Ribeiro dos Santos
Professor (a) estagiário (a): Antonio Bandeira Neto
Disciplina:.Matemática
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III. Tema:
- Composição e Decomposição de Números naturais.
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IV. Objetivos:
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita;
Construir o significado do conceito de dezena e identificar algumas de
suas funções;
Identificar números em diferentes contextos em que se encontram;
Compreender a ideia de dezena;
Entender as classes: unidade e dezena;
Formar números com dois algarismos;
Agrupar, compor e decompor números de dois algarismos em dezenas e
unidades;
Perceber diferentes possibilidades de se compor uma mesma quantia;
Relacionar dez unidades a uma dezena;
Reconhecer a composição e decomposição de números;
Compreender o critério utilizado na formação de grupos (dezena);
Utilizar a contagem oral em situações lúdicas (jogos) e em situações
nas quais reconhecem sua necessidade;
Comunicar quantidades utilizando oralidade, desenho, notação numérica,
ou seja, registros convencionais e não convencionais;
Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de
experiências em grupos.
|
V. Conteúdo: conteúdos programados para a aula
organizados em tópicos.
|
VI. Desenvolvimento
do tema: O tema será estudado a partir de recortes de gravuras e colagem em
cartolina por grupos, cada grupo apresentara os resultados ao restante da
turma, assim interagindo entre si, e descobrindo as variáveis da composição e
decomposição dos números naturais.
|
VII. Recursos
didáticos: quadro, giz, retro-projetor,, gravuras, vídeo.
|
VIII. Avaliação: -
Problemas matemáticos, em folha impressa.
|
XIX. Bibliografia:
https://www.educacaoetransformacao.com.br/wp-content/uploads/2017/09/decomponha-os-numerais-atividades-de-matematica-3-ano.jpg
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pedagogiainterativa
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
ATIVIDADE DE REGENCIA ESTAGIO UEMG NF VIII 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
ATIVIDADE DE REGENCIA ESTAGIO UEMG NF VII 2017
I.
Plano de Aula: Data:
11/05/2017
|
II. Dados de
Identificação:
Escola: Centro
Solidario de Educação Infantil
Professor (a)
estagiário (a): Antonio Bandeira Neto
Disciplina: VOGAIS
– A LETRA “ O “ .
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III. Tema:
- O estudo da letra “ O “
- Conceito fundamental: Conhecimentos sobre
as vogais objetivo principal e a identificação da letra “ O”.
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IV. Objetivos:
Objetivo geral:
Identificação da letra “ O “ função escrita e sonora.
Objetivos
específicos: Fazer com que os alunos identifiquem em
textos cartazes e em linguagens ouvidas a letra “ O “.
|
V. Conteúdo: conteúdos
programados para a aula organizados em tópicos.
|
VI. Desenvolvimento do tema: Com palitos de picolé, os alunos coloriram
gravuras relacionadas ao tema.
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VII. Recursos didáticos: quadro, giz, retro-projetor, palitos de picolé,
gravuras, vídeo.
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VIII. Avaliação:
- atividades respostas às perguntas-problema ao final da aula,
discussão , compreensão de gravuras
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XIX. Bibliografia:
http://www.atividadeseducacaoinfantil.com.br/alfabeto-e-palavras/atividade-com-as-vogais/
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domingo, 30 de abril de 2017
IGREJA E PRAÇA DA MATRIZ DE TAIOBEIRAS Espaço de fé e de expressões culturais
Neste trabalho referente a disciplina de Conteúdos de
Metodologias do ensino em História e Geografia, foi proposto selecionar uma
paisagem que os alunos do curso de pedagogia construíram uma relação afetiva ao
longo da vida, como morador da cidade de Taiobeiras e por ter sido criado sob a
doutrina católica escolhi a Igreja da matriz, onde meus pais se casaram, fui
batizado, fiz a primeira eucaristia e também a crisma.
Tanto a igreja como a praça da matriz representam espaços de
grande importância como cenário da minha vida, na praça da matriz acontece a
maioria dos eventos culturais da nossa cidade, uma delas a festa cultural de maio,
e por muitos anos também a festa de Nossa Senhora de Fátima, que aconteciam
concomitantemente.
Ao longo da nossa vida passamos a conviver dentro de espaços
muitas vezes despercebidos no dia a dia, em certo tempo vamos acrescentando
valor a este espaço, não tanto pela beleza do lugar, mas sim pelas relações
afetivas estabelecidas ali.
Na cidade de Taiobeiras no norte de minas se destaca uma
imponente Igreja da Matriz que foi inaugurada no dia 29 de junho de 1948, e em
1980 seu entorno foi completamente urbanizado com a criação da praça que leva o
seu nome.
Rapidamente
a Igreja e Praça da Matriz se tornaram referências arquitetônicas e religiosas,
desde sua inauguração o complexo teve várias reformas sendo a mais profunda e
mais importante em 1985
A paroquia de Taiobeiras foi criada em 1935, tenho sua antiga
capela construída na praça Joaquim Teixeira, onde hoje é o Mercado Municipal,
um importante personagem na construção da grande igreja da Matriz foi Frei
Jucundiano de Kok ou Frei Juca como era conhecido.
Frei Jucundiano de Kok, da Ordem dos Frades Menores
(franciscanos), nasceu em Dongen, Holanda, em 1902. Chegou a Taiobeiras em
1940, tornando-se o o primeiro pároco da Paróquia São Sebastião (Arquidiocese
de Montes Claros). Faleceu em Taiobeiras, em julho de 1974, e seu corpo está
sepultado nas dependências da Igreja Matriz de São Sebastião.(https://levontaiobeiras.blogspot.com.br/2010/03/historia-de-taiobeiras-matriz-de-s.html).
Nas cidades
de interior a ligação com a igreja e as praças da cidade se dão de forma mais
intima, praticamente todos os habitantes tem uma história direta com a matriz
de sua cidade.
Desde sua
construção a Igreja da Matriz e a praça que leva seu nome, traz consigo
história, por sua idealização e significado histórico e religioso, foram muitas
gerações que por entre as paredes selaram seus mais preciosos compromissos,
história viva que se estendera as demais gerações.
sábado, 25 de junho de 2016
Responsabilidades das esferas de governo para com a educação
Nalú Farenzena
Como já foi dito no tópico anterior, os estados e municípios brasileiros,
historicamente, assumiram a oferta da educação básica, ficando a União com a
competência de atuar diretamente na educação escolar através da manutenção e
organização da rede federal de ensino e, indiretamente, através da contribuição à
manutenção e ao desenvolvimento do ensino e aos programas suplementares das
redes estaduais e municipais.
Temos que considerar, contudo, que há significativas variações regionais e locais
de incumbências dos estados e municípios. Mais adiante, ao realizar a Atividade 4
você poderá verificar algumas dessas variações.
No processo de elaboração da Constituição de 1988 e da legislação que a seguiu,
as definições sobre o caráter e a abrangência da atuação de cada nível de
governo para a garantia do direito à educação foi um tema de destaque.
Do período da Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), passando pela
tramitação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1988-1996), da
Proposta de Emenda Constitucional (1995-1996), que deu origem à Emenda
14/96, e da Lei N.º 10.172/01 - Plano Nacional de Educação (1998-2001), as
definições sobre competências e inter-relações das esferas de governo na área da
educação sempre estiveram presentes nos debates e proposições da produção
legal, envolvendo os executivos, parlamentos e entidades da sociedade civil.
Já no texto constitucional, de 1988, ficou definido que as esferas de governo
devem organizar seus sistemas de ensino em regime de colaboração. Os
sistemas de ensino previstos são o federal, os dos estados e os dos municípios.
Essa colaboração abrange diversos âmbitos, dos quais se destaca a oferta de
educação, o financiamento, o planejamento e a normatização.
A responsabilidade pela oferta de educação escolar é compartilhada pelos três
níveis governamentais.
O texto da Constituição federal aprovado em 1988 determinava que os municípios
deveriam priorizar a educação pré-escolar e o ensino fundamental. Os níveis
prioritários de atuação dos estados não foram definidos no texto original da
Constituição. Á União caberia o financiamento do sistema federal de ensino e a
prestação de assistência técnica e financeira aos estados e municípios.
A Emenda Constitucional N.º 14/96, estabeleceu a atuação prioritária dos
municípios no ensino fundamental e educação infantil. As incumbências da União
para a oferta educacional são o financiamento da rede pública federal de ensino e
prestação de assistência financeira e técnica aos estados e municípios, garantindo
equalização de oportunidades e padrão mínimo de qualidade de ensino. O ensino
fundamental e o ensino médio foram estabelecidos como etapas da educação às
quais os estados devem conferir primazia.
Em termos de financiamento, as três esferas de governo possuem
responsabilidades, de acordo com suas prioridades. A Constituição estabelece
que cada esfera de governo deve aplicar uma parte de suas receitas resultantes
de impostos em educação – 18% é a parcela do governo federal e 25% a dos
estados e municípios.
Na legislação brasileira atual, a colaboração entre os sistemas estaduais e
municipais prioriza a garantia da universalização do ensino obrigatório (ensino
fundamental). A reforma constitucional do texto da área da educação, em 1996,
redefiniu mecanismos de priorização financeira do ensino fundamental,
vinculando, por dez anos, 15% da receita de impostos dos governos subnacionais
à manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e, nessa lógica, criou o
Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de
Valorização do Magistério (FUNDEF).
No planejamento, a Constituição de 1988 determinou a elaboração, através de
lei, de planos plurianuais nacionais de educação, os quais devem observar a
articulação entre os níveis de ensino e a integração das ações do Poder Público. A
Lei do Plano Nacional de Educação 2001-2010 (Lei N. 10.172/01) estabelece
objetivos e metas cuja consecução traz, explicitamente, a contribuição dos três
níveis governamentais. Estados e municípios, de acordo com a LDB, também são
responsáveis pela elaboração de planos de educação.
A responsabilidade das três esferas de governo também está presente na tarefa
de normatização da educação. Nesse campo da normatização, participam os
poderes executivo, legislativo e judiciário. Ao Congresso Nacional cabe elaborar a
lei de diretrizes e bases da educação nacional e outras leis de interesse nacional
versando sobre a educação. As assembléias legislativas dos estados e as
câmaras de vereadores podem complementar a legislação nacional ou estadual.
Os poderes executivos de cada esfera de governo também normatizam a
educação, através de decretos, resoluções, portarias, etc, complementando a
legislação federal. O Poder Judiciário interfere na normatização, seja pela
jurisprudência, seja pelos julgamentos de inconstitucionalidade de leis ou atos
normativos.
A atuação dos governos em regime de colaboração na área da educação é ainda
um objetivo a ser perseguido. O fato de a legislação determinar uma atuação
compartilhada em vários âmbitos não garante que isso se concretize. A prática
das relações intergovernamentais é que vai marcar ações mais ou menos
colaborativas ou coordenadas. E essa prática é marcadamente de cunho político,
é mais informal e não obedece à lógica mais formal da legislação. Permanece,
assim, para os sujeitos envolvidos nas negociações e acordos de colaboração a
construção de políticas articuladas, o qual, sem eliminar conflitos e oposições,
pode possibilitar práticas administrativas que viabilizem a democratização da
educação em geral e não apenas desta ou daquela rede de ensino.
Referências Citadas
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, de 03
de outubro de 1988 (texto original).
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, de 03
de outubro de 1988 (versão atualizada, com emendas constitucionais).
BRASIL. Leis, Decretos. Lei N.º 10.172, de 09 de janeiro de 2001. Aprova o
Plano Nacional de Educação e dá outras providências.
______. Lei N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional.
sábado, 29 de agosto de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
20 metas do Novo Plano Nacional de Educação
A Direção nacional
da FASUBRA Sindical participou do lançamento do Plano Nacional de Educação
(PNE), projeto de lei que ainda precisa ser avaliado pelo Congresso Nacional, e
foi apresentado no dia 15 de dezembro, em Brasília, pelo ministro de educação
Fernando Haddad para o presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva. O PNE
estabelece [...]
A Direção nacional da FASUBRA Sindical participou
do lançamento do Plano Nacional de Educação (PNE), projeto de lei que ainda
precisa ser avaliado pelo Congresso Nacional, e foi apresentado no dia 15 de
dezembro, em Brasília, pelo ministro de educação Fernando Haddad para o
presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.
O PNE estabelece 20 metas a serem cumpridas pelo
governo no próximo decênio.
Confira as 20 metas
do novo PNE
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento
escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação
infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
O atendimento das crianças de 0 a 3 anos de idade
voltou a ser meta do plano de 2011 a 2020. Desde o projeto antigo, a ideia era
que 50% das crianças estivessem matriculadas em creches. A Conae queria que o
prazo dessa inclusão fosse mais curto: até 2012. Até 2016, deveria haver a
universalização do acesso. Para Haddad, mesmo repetida, essa é a meta mais
ousada do pacote. A universalização das matrículas para as crianças de 4 aos 17
anos foi definida em 2009, pela Emenda Constitucional 59. “Para nós, o
financiamento dessa inclusão não está claro e não conseguiremos cumpri-la sem
dinheiro novo”, afirma Carlos Sanches.
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove
anos para toda a população de 6 a 14 anos.
A partir deste ano, isso já deveria ter ocorrido O
objetivo foi quase cumprido, mas o ministro Fernando Haddad admite que ainda há
crianças fora da escola. “Há 2% dos estudantes brasileiros nessa faixa etária
fora da escola. E eles já foram alfabetizados, nós sabemos disso. Precisamos
trazê-los de volta, por isso a meta está aí”, afirmou. Para o presidente da
Undime, a inclusão dessa meta foi “um cuidado positivo do MEC”.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento
escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa
líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Pela Emenda Constitucional 59, todos terão mesmo de
ser incluídos. Mas o desafio de garantir a permanência desses alunos na escola
é grande Em 2009, a taxa de escolarização líquida nessa faixa etária foi apenas
de 50,9%. Para tentar mantê-los estudando, o novo PNE aposta na diversificação
curricular, investimento na formação de professores, em equipamentos e
laboratórios e a criação de programas de correção de fluxo. Aumentar as
matrículas do ensino médio integrado ao profissionalizante e colocar o Enem como
seleção de vagas para o ensino superior também são estratégias propostas.
"É uma demanda estudantil, inclusive", justifica o ministro.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17
anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de
ensino.
Sanches avalia que esse público foi bem
representado no plano. A proposta prevê o repasse de recursos suplementares
para atender esses estudantes, a implantação de salas de recursos
multifuncionais para atender necessidades específicas desses alunos e fomentar
ações que promovam a inclusão deles. “Um aluno não pode deixar de estudar
porque tem uma deficiência. Temos de adaptar uma escola para ele”, destaca o
ministro Haddad.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os
oito anos.
Para isso, o plano define a estruturação do ensino
fundamental de nove anos com um ciclo de alfabetização de três anos. Orientação
do Conselho Nacional de Educação, a proposta é que os estudantes não sejam
reprovados durante esse ciclo. Eles ganhariam mais tempo para aprender a ler e
a escrever, mas nenhum poderia ser deixado para trás. O PNE também prevê a
aplicação de exames específicos para avaliar a alfabetização dos alunos, o que
já acontece com a Provinha Brasil, aplicada aos alunos do 2º ano do ensino
fundamental.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50%
das escolas públicas de educação básica.
Essa também não será uma meta simples de ser
cumprida. Há 197 mil escolas de educação básica no País. Não há um dado preciso
sobre quantas escolas funcionam em regime integral no País. Financiadas por
recursos do MEC, são apenas 10 mil escolas, que atendem quase R$ 3 milhões de
alunos. O ministro acredita que uma saída será buscar parcerias com entidades
como o Sesc e Senai para garantir nessas entidades atividades no contraturno
para os alunos.
Meta 7: Atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:
|
IDEB
|
2011
|
2013
|
2015
|
2017
|
2019
|
2021
|
|
Anos iniciais do
ensino fundamental
|
4,6
|
4,9
|
5,2
|
5,5
|
5,7
|
6,0
|
|
Anos finais do
ensino fundamental
|
3,9
|
4,4
|
4,7
|
5,0
|
5,2
|
5,5
|
|
Ensino médio
|
3,7
|
3,9
|
4,3
|
4,7
|
5,0
|
5,2
|
Fonte: Ministério da Educação
As metas de qualidade não faziam parte do plano
anterior Por enquanto, o Brasil está cumprindo os objetivos previstos para cada
etapa. O repasse de mais recursos para os municípios com pior rendimento e que
tenham conselhos escolares ativos é bem visto pelas entidades ligadas ao setor.
A proposta agora é incluir uma avaliação de ciências na Prova Brasil – exame de
português e matemática feito por alunos da educação básica cujos resultados
compõem o Ideb – e incorporar o Enem ao sistema de avaliação da educação
básica. Não há prazos para isso e o ministro admite que o tema terá de ser
discutido com representantes de governos estaduais e municipais, já que o Enem
é não é feito por todos os alunos.
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de
18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações
do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem
como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à
redução da desigualdade educacional.
A proposta é aumentar a escolaridade dos
trabalhadores brasileiros Dados analisados pela Síntese de Indicadores Sociais,
divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram
que somente 37,9% das pessoas com idade entre 18 e 24 anos tinham 11 anos de
estudo em 2009. E são poucos os que continuam frequentando a escola: apenas
5,4%. A formação profissional e técnica é considerada essencial para o
cumprimento dessa meta.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais
para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir
em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Esse é um dos desafios antigos, que já fazia parte
do plano decenal anterior O Brasil ainda possui 14,1 milhões de analfabetos com
mais de 15 anos. Fazer com que os brasileiros adultos não-alfabetizados voltem
à escola, para especialistas, é o grande empecilho para erradicar o
analfabetismo. Haddad acredita que, primeiro, outros áreas – saúde e
assistência social – precisarão se unir para encarar a tarefa. Além de oferecer
algum tipo de benefício para que o adulto se escolarize, o ministro acredita
que a falta de saúde visual impede muitos brasileiros de continuar estudando.
Na opinião da Undime, as estratégias para erradicação do analfabetismo foram
bem definidas.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de
educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos
anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Tornar a escola mais atraente e manter o aluno
estudando até o fim é um desafio também para cumprir a meta 8, que trata da
escolarização dos jovens adultos. O plano prevê a criação de uma ação nacional
para reestruturação e aquisição de equipamentos para as escolas públicas que
atuam com educação de jovens e adultos (o antigo supletivo).
Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional
técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
sábado, 9 de maio de 2015
PLANO DE TRABALHO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TAIOBEIRAS 2013-2016
- Aprimorar
o atendimento na rede municipal de educação, de forma a garantir ensino de
qualidade a todos os alunos, sem restrição;
- Firmar
convênio com o MEC para os programas de Alfabetização de Jovens e Adultos;
- Ampliar
a frota e garantir a manutenção do Transporte Escolar;
- Manter
como fio condutor os princípios da Educação Inclusiva, Democrática e Solidária
em todos os níveis e modalidade de ensino;
-
Implantar programas de Educação com oferta de cursos profissionalizantes para
jovens e adultos;
-
Fortalecer a relação entre município e instituições de Ensino Superior para
ampliar a ofertar de curso, tendo como prioridade o desenvolvimento local e
regional;
- Viabilizar
cursos de formação continuada para os profissionais da educação;
-
Aquisição de material didático-pedagógico para educandos e educadores da rede
municipal de educação;
-
Conservação e manutenção da infra-estrutura das Escolas Municipais;
- Garantir
a continuidade de oferta da merenda escolar qualitativa e quantitativa com
acompanhamento de nutricionista.
NILMA DIAS COSTA SILVA
Dirigente Municipal
de Educação
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