segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ATIVIDADE DE REGENCIA ESTAGIO UEMG NF VIII 2017


I.              Plano de Aula: Data: 28/09/2017


II. Dados de Identificação:
Escola: Escola Estadual Elpidio Ribeiro dos Santos
Professor (a) estagiário (a): Antonio Bandeira Neto
Disciplina:.Matemática



III. Tema:
-  Composição e Decomposição de Números naturais.



IV. Objetivos:
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita;
Construir o significado do conceito de dezena e identificar algumas de suas funções;
Identificar números em diferentes contextos em que se encontram;
Compreender  a ideia de dezena;
Entender as classes: unidade e dezena;
Formar números com dois algarismos;
Agrupar, compor e decompor números de dois algarismos em dezenas e unidades;
Perceber diferentes possibilidades de se compor uma mesma quantia;
Relacionar dez unidades a uma dezena;
Reconhecer a composição e decomposição de números;
Compreender o critério utilizado na formação de grupos (dezena);
Utilizar a contagem oral em situações lúdicas (jogos) e em situações nas quais reconhecem sua necessidade;
Comunicar quantidades utilizando oralidade, desenho, notação numérica, ou seja, registros convencionais e não convencionais;
Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos.

V. Conteúdo: conteúdos programados para a aula organizados em tópicos.


VI. Desenvolvimento do tema: O tema será estudado a partir de recortes de gravuras e colagem em cartolina por grupos, cada grupo apresentara os resultados ao restante da turma, assim interagindo entre si, e descobrindo as variáveis da composição e decomposição dos números naturais.


VII. Recursos didáticos: quadro, giz, retro-projetor,, gravuras, vídeo.


VIII. Avaliação: - Problemas matemáticos, em folha impressa.




XIX. Bibliografia:

https://www.educacaoetransformacao.com.br/wp-content/uploads/2017/09/decomponha-os-numerais-atividades-de-matematica-3-ano.jpg





quinta-feira, 22 de junho de 2017

ATIVIDADE DE REGENCIA ESTAGIO UEMG NF VII 2017


I.              Plano de Aula: Data: 11/05/2017



II. Dados de Identificação:
Escola: Centro Solidario de Educação Infantil
Professor (a) estagiário (a): Antonio Bandeira Neto
Disciplina: VOGAIS – A LETRA “ O “ .




III. Tema:
-  O estudo da letra “ O “
-  Conceito fundamental: Conhecimentos sobre as vogais objetivo principal e a identificação da letra “ O”.




IV. Objetivos:
Objetivo geral: Identificação da letra “ O “ função escrita e sonora.
Objetivos específicos: Fazer com que os alunos identifiquem em textos cartazes e em linguagens ouvidas a letra “ O “.


V. Conteúdo: conteúdos programados para a aula organizados em tópicos.



VI. Desenvolvimento do tema: Com palitos de picolé, os alunos coloriram gravuras relacionadas ao tema.




VII. Recursos didáticos: quadro, giz, retro-projetor, palitos de picolé, gravuras, vídeo.



VIII. Avaliação: - atividades respostas às perguntas-problema ao final da aula, discussão , compreensão de gravuras




XIX. Bibliografia:

http://www.atividadeseducacaoinfantil.com.br/alfabeto-e-palavras/atividade-com-as-vogais/

domingo, 30 de abril de 2017

IGREJA E PRAÇA DA MATRIZ DE TAIOBEIRAS Espaço de fé e de expressões culturais

Neste trabalho referente a disciplina de Conteúdos de Metodologias do ensino em História e Geografia, foi proposto selecionar uma paisagem que os alunos do curso de pedagogia construíram uma relação afetiva ao longo da vida, como morador da cidade de Taiobeiras e por ter sido criado sob a doutrina católica escolhi a Igreja da matriz, onde meus pais se casaram, fui batizado, fiz a primeira eucaristia e também a crisma.

Tanto a igreja como a praça da matriz representam espaços de grande importância como cenário da minha vida, na praça da matriz acontece a maioria dos eventos culturais da nossa cidade, uma delas a festa cultural de maio, e por muitos anos também a festa de Nossa Senhora de Fátima, que aconteciam concomitantemente.

Ao longo da nossa vida passamos a conviver dentro de espaços muitas vezes despercebidos no dia a dia, em certo tempo vamos acrescentando valor a este espaço, não tanto pela beleza do lugar, mas sim pelas relações afetivas estabelecidas ali.
Na cidade de Taiobeiras no norte de minas se destaca uma imponente Igreja da Matriz que foi inaugurada no dia 29 de junho de 1948, e em 1980 seu entorno foi completamente urbanizado com a criação da praça que leva o seu nome.

Rapidamente a Igreja e Praça da Matriz se tornaram referências arquitetônicas e religiosas, desde sua inauguração o complexo teve várias reformas sendo a mais profunda e mais importante em 1985

A paroquia de Taiobeiras foi criada em 1935, tenho sua antiga capela construída na praça Joaquim Teixeira, onde hoje é o Mercado Municipal, um importante personagem na construção da grande igreja da Matriz foi Frei Jucundiano de Kok ou Frei Juca como era conhecido.

Frei Jucundiano de Kok, da Ordem dos Frades Menores (franciscanos), nasceu em Dongen, Holanda, em 1902. Chegou a Taiobeiras em 1940, tornando-se o o primeiro pároco da Paróquia São Sebastião (Arquidiocese de Montes Claros). Faleceu em Taiobeiras, em julho de 1974, e seu corpo está sepultado nas dependências da Igreja Matriz de São Sebastião.(https://levontaiobeiras.blogspot.com.br/2010/03/historia-de-taiobeiras-matriz-de-s.html). 


Nas cidades de interior a ligação com a igreja e as praças da cidade se dão de forma mais intima, praticamente todos os habitantes tem uma história direta com a matriz de sua cidade.
Desde sua construção a Igreja da Matriz e a praça que leva seu nome, traz consigo história, por sua idealização e significado histórico e religioso, foram muitas gerações que por entre as paredes selaram seus mais preciosos compromissos, história viva que se estendera as demais gerações.


sábado, 25 de junho de 2016

Responsabilidades das esferas de governo para com a educação




Nalú Farenzena 

Como já foi dito no tópico anterior, os estados e municípios brasileiros, historicamente, assumiram a oferta da educação básica, ficando a União com a competência de atuar diretamente na educação escolar através da manutenção e organização da rede federal de ensino e, indiretamente, através da contribuição à manutenção e ao desenvolvimento do ensino e aos programas suplementares das redes estaduais e municipais. Temos que considerar, contudo, que há significativas variações regionais e locais de incumbências dos estados e municípios. Mais adiante, ao realizar a Atividade 4 você poderá verificar algumas dessas variações. No processo de elaboração da Constituição de 1988 e da legislação que a seguiu, as definições sobre o caráter e a abrangência da atuação de cada nível de governo para a garantia do direito à educação foi um tema de destaque. Do período da Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), passando pela tramitação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1988-1996), da Proposta de Emenda Constitucional (1995-1996), que deu origem à Emenda 14/96, e da Lei N.º 10.172/01 - Plano Nacional de Educação (1998-2001), as definições sobre competências e inter-relações das esferas de governo na área da educação sempre estiveram presentes nos debates e proposições da produção legal, envolvendo os executivos, parlamentos e entidades da sociedade civil. Já no texto constitucional, de 1988, ficou definido que as esferas de governo devem organizar seus sistemas de ensino em regime de colaboração. Os sistemas de ensino previstos são o federal, os dos estados e os dos municípios. Essa colaboração abrange diversos âmbitos, dos quais se destaca a oferta de educação, o financiamento, o planejamento e a normatização. A responsabilidade pela oferta de educação escolar é compartilhada pelos três níveis governamentais. O texto da Constituição federal aprovado em 1988 determinava que os municípios deveriam priorizar a educação pré-escolar e o ensino fundamental. Os níveis prioritários de atuação dos estados não foram definidos no texto original da Constituição. Á União caberia o financiamento do sistema federal de ensino e a prestação de assistência técnica e financeira aos estados e municípios. A Emenda Constitucional N.º 14/96, estabeleceu a atuação prioritária dos municípios no ensino fundamental e educação infantil. As incumbências da União para a oferta educacional são o financiamento da rede pública federal de ensino e prestação de assistência financeira e técnica aos estados e municípios, garantindo equalização de oportunidades e padrão mínimo de qualidade de ensino. O ensino fundamental e o ensino médio foram estabelecidos como etapas da educação às quais os estados devem conferir primazia. Em termos de financiamento, as três esferas de governo possuem responsabilidades, de acordo com suas prioridades. A Constituição estabelece que cada esfera de governo deve aplicar uma parte de suas receitas resultantes de impostos em educação – 18% é a parcela do governo federal e 25% a dos estados e municípios. Na legislação brasileira atual, a colaboração entre os sistemas estaduais e municipais prioriza a garantia da universalização do ensino obrigatório (ensino fundamental). A reforma constitucional do texto da área da educação, em 1996, redefiniu mecanismos de priorização financeira do ensino fundamental, vinculando, por dez anos, 15% da receita de impostos dos governos subnacionais à manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e, nessa lógica, criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). No planejamento, a Constituição de 1988 determinou a elaboração, através de lei, de planos plurianuais nacionais de educação, os quais devem observar a articulação entre os níveis de ensino e a integração das ações do Poder Público. A Lei do Plano Nacional de Educação 2001-2010 (Lei N. 10.172/01) estabelece objetivos e metas cuja consecução traz, explicitamente, a contribuição dos três níveis governamentais. Estados e municípios, de acordo com a LDB, também são responsáveis pela elaboração de planos de educação. A responsabilidade das três esferas de governo também está presente na tarefa de normatização da educação. Nesse campo da normatização, participam os poderes executivo, legislativo e judiciário. Ao Congresso Nacional cabe elaborar a lei de diretrizes e bases da educação nacional e outras leis de interesse nacional versando sobre a educação. As assembléias legislativas dos estados e as câmaras de vereadores podem complementar a legislação nacional ou estadual. Os poderes executivos de cada esfera de governo também normatizam a educação, através de decretos, resoluções, portarias, etc, complementando a legislação federal. O Poder Judiciário interfere na normatização, seja pela jurisprudência, seja pelos julgamentos de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos. A atuação dos governos em regime de colaboração na área da educação é ainda um objetivo a ser perseguido. O fato de a legislação determinar uma atuação compartilhada em vários âmbitos não garante que isso se concretize. A prática das relações intergovernamentais é que vai marcar ações mais ou menos colaborativas ou coordenadas. E essa prática é marcadamente de cunho político, é mais informal e não obedece à lógica mais formal da legislação. Permanece, assim, para os sujeitos envolvidos nas negociações e acordos de colaboração a construção de políticas articuladas, o qual, sem eliminar conflitos e oposições, pode possibilitar práticas administrativas que viabilizem a democratização da educação em geral e não apenas desta ou daquela rede de ensino. 




Referências Citadas 

BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, de 03 de outubro de 1988 (texto original). 

BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, de 03 de outubro de 1988 (versão atualizada, com emendas constitucionais). 

BRASIL. Leis, Decretos. Lei N.º 10.172, de 09 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. ______. Lei N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

domingo, 31 de maio de 2015

20 metas do Novo Plano Nacional de Educação

A Direção nacional da FASUBRA Sindical participou do lançamento do Plano Nacional de Educação (PNE), projeto de lei que ainda precisa ser avaliado pelo Congresso Nacional, e foi apresentado no dia 15 de dezembro, em Brasília, pelo ministro de educação Fernando Haddad para o presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva. O PNE estabelece [...]
A Direção nacional da FASUBRA Sindical participou do lançamento do Plano Nacional de Educação (PNE), projeto de lei que ainda precisa ser avaliado pelo Congresso Nacional, e foi apresentado no dia 15 de dezembro, em Brasília, pelo ministro de educação Fernando Haddad para o presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.
O PNE estabelece 20 metas a serem cumpridas pelo governo no próximo decênio.
Confira as 20 metas do novo PNE
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
O atendimento das crianças de 0 a 3 anos de idade voltou a ser meta do plano de 2011 a 2020. Desde o projeto antigo, a ideia era que 50% das crianças estivessem matriculadas em creches. A Conae queria que o prazo dessa inclusão fosse mais curto: até 2012. Até 2016, deveria haver a universalização do acesso. Para Haddad, mesmo repetida, essa é a meta mais ousada do pacote. A universalização das matrículas para as crianças de 4 aos 17 anos foi definida em 2009, pela Emenda Constitucional 59. “Para nós, o financiamento dessa inclusão não está claro e não conseguiremos cumpri-la sem dinheiro novo”, afirma Carlos Sanches.
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de 6 a 14 anos.
A partir deste ano, isso já deveria ter ocorrido O objetivo foi quase cumprido, mas o ministro Fernando Haddad admite que ainda há crianças fora da escola. “Há 2% dos estudantes brasileiros nessa faixa etária fora da escola. E eles já foram alfabetizados, nós sabemos disso. Precisamos trazê-los de volta, por isso a meta está aí”, afirmou. Para o presidente da Undime, a inclusão dessa meta foi “um cuidado positivo do MEC”.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Pela Emenda Constitucional 59, todos terão mesmo de ser incluídos. Mas o desafio de garantir a permanência desses alunos na escola é grande Em 2009, a taxa de escolarização líquida nessa faixa etária foi apenas de 50,9%. Para tentar mantê-los estudando, o novo PNE aposta na diversificação curricular, investimento na formação de professores, em equipamentos e laboratórios e a criação de programas de correção de fluxo. Aumentar as matrículas do ensino médio integrado ao profissionalizante e colocar o Enem como seleção de vagas para o ensino superior também são estratégias propostas. "É uma demanda estudantil, inclusive", justifica o ministro.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Sanches avalia que esse público foi bem representado no plano. A proposta prevê o repasse de recursos suplementares para atender esses estudantes, a implantação de salas de recursos multifuncionais para atender necessidades específicas desses alunos e fomentar ações que promovam a inclusão deles. “Um aluno não pode deixar de estudar porque tem uma deficiência. Temos de adaptar uma escola para ele”, destaca o ministro Haddad.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos.
Para isso, o plano define a estruturação do ensino fundamental de nove anos com um ciclo de alfabetização de três anos. Orientação do Conselho Nacional de Educação, a proposta é que os estudantes não sejam reprovados durante esse ciclo. Eles ganhariam mais tempo para aprender a ler e a escrever, mas nenhum poderia ser deixado para trás. O PNE também prevê a aplicação de exames específicos para avaliar a alfabetização dos alunos, o que já acontece com a Provinha Brasil, aplicada aos alunos do 2º ano do ensino fundamental.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
Essa também não será uma meta simples de ser cumprida. Há 197 mil escolas de educação básica no País. Não há um dado preciso sobre quantas escolas funcionam em regime integral no País. Financiadas por recursos do MEC, são apenas 10 mil escolas, que atendem quase R$ 3 milhões de alunos. O ministro acredita que uma saída será buscar parcerias com entidades como o Sesc e Senai para garantir nessas entidades atividades no contraturno para os alunos.
Meta 7: Atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:
IDEB
2011
2013
2015
2017
2019
2021
Anos iniciais do ensino fundamental
4,6
4,9
5,2
5,5
5,7
6,0
Anos finais do ensino fundamental
3,9
4,4
4,7
5,0
5,2
5,5
Ensino médio
3,7
3,9
4,3
4,7
5,0
5,2
Fonte: Ministério da Educação
As metas de qualidade não faziam parte do plano anterior Por enquanto, o Brasil está cumprindo os objetivos previstos para cada etapa. O repasse de mais recursos para os municípios com pior rendimento e que tenham conselhos escolares ativos é bem visto pelas entidades ligadas ao setor. A proposta agora é incluir uma avaliação de ciências na Prova Brasil – exame de português e matemática feito por alunos da educação básica cujos resultados compõem o Ideb – e incorporar o Enem ao sistema de avaliação da educação básica. Não há prazos para isso e o ministro admite que o tema terá de ser discutido com representantes de governos estaduais e municipais, já que o Enem é não é feito por todos os alunos.
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
A proposta é aumentar a escolaridade dos trabalhadores brasileiros Dados analisados pela Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que somente 37,9% das pessoas com idade entre 18 e 24 anos tinham 11 anos de estudo em 2009. E são poucos os que continuam frequentando a escola: apenas 5,4%. A formação profissional e técnica é considerada essencial para o cumprimento dessa meta.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Esse é um dos desafios antigos, que já fazia parte do plano decenal anterior O Brasil ainda possui 14,1 milhões de analfabetos com mais de 15 anos. Fazer com que os brasileiros adultos não-alfabetizados voltem à escola, para especialistas, é o grande empecilho para erradicar o analfabetismo. Haddad acredita que, primeiro, outros áreas – saúde e assistência social – precisarão se unir para encarar a tarefa. Além de oferecer algum tipo de benefício para que o adulto se escolarize, o ministro acredita que a falta de saúde visual impede muitos brasileiros de continuar estudando. Na opinião da Undime, as estratégias para erradicação do analfabetismo foram bem definidas.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Tornar a escola mais atraente e manter o aluno estudando até o fim é um desafio também para cumprir a meta 8, que trata da escolarização dos jovens adultos. O plano prevê a criação de uma ação nacional para reestruturação e aquisição de equipamentos para as escolas públicas que atuam com educação de jovens e adultos (o antigo supletivo).
Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.



sábado, 9 de maio de 2015

PLANO DE TRABALHO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TAIOBEIRAS 2013-2016




- Ampliar o atendimento às crianças em idade escolar;

- Aprimorar o atendimento na rede municipal de educação, de forma a garantir ensino de qualidade a todos os alunos, sem restrição;

- Firmar convênio com o MEC para os programas de Alfabetização de Jovens e Adultos;

- Ampliar a frota e garantir a manutenção do Transporte Escolar;

- Manter como fio condutor os princípios da Educação Inclusiva, Democrática e Solidária em todos os níveis e modalidade de ensino;

- Implantar programas de Educação com oferta de cursos profissionalizantes para jovens e adultos;

- Fortalecer a relação entre município e instituições de Ensino Superior para ampliar a ofertar de curso, tendo como prioridade o desenvolvimento local e regional;

- Viabilizar cursos de formação continuada para os profissionais da educação;

- Aquisição de material didático-pedagógico para educandos e educadores da rede municipal de educação;

- Conservação e manutenção da infra-estrutura das Escolas Municipais;

- Garantir a continuidade de oferta da merenda escolar qualitativa e quantitativa com acompanhamento de nutricionista.



NILMA DIAS COSTA SILVA

Dirigente Municipal de Educação